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Cirurgião oncológico do CIOP participa de Congresso Internacional

O cirurgião oncológico do CIOP (Centro Integrado de Oncologia e Pesquisa), Dr. Fernando Rodrigues Theodoro, participou do 11º Congresso Internacional de Câncer Gástrico (IGCC), que aconteceu entre os dias 04 e 06 de junho, em São Paulo.

O evento é considerado um dos mais importantes do mundo na área do câncer do aparelho digestivo e reúne oncologistas, radiologistas, patologistas, endoscopistas e cirurgiões de mais de 37 países.

O congresso é realizado pela International Gastric Cancer Association e Associação Brasileira de Câncer Gástrico e tem uma abordagem multidisciplinar, contribuindo para prevenção, detecção e tratamento da doença, além de propor e difundir novos métodos para serem aplicados em todos os lugares do mundo.

“É uma grande oportunidade participar de um congresso que reúne os melhores especialistas da área, para pensarmos no futuro e discutirmos as melhores medidas que devem ser aplicadas na prevenção e tratamento do câncer gástrico. Sem dúvida é um evento de repercussão internacional, muito importante para todos nós da equipe do CIOP”, destacou Dr. Fernando Rodrigues Theodoro.


Sobre o câncer gástrico

O câncer gástrico, também conhecido como câncer de estômago é o quarto tipo de câncer mais comum no homem, ficando atrás do câncer de próstata, pulmão, cólon/reto e na mulher, é o quinto mais incidente, ficando atrás da mama, colo do útero, cólon/reto e pulmão. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), para o ano de 2015 são esperados pouco mais de 20 mil novos casos no país.

Os principais sintomas do câncer gástrico são: dor no estômago, principalmente após as refeições, perda de peso, fraqueza, anemia e vômitos. As causas da doença estão associadas ao uso de cigarro, bebidas alcóolicas destiladas, ingestão frequente de alimentos defumados, dieta pobre em vitaminas A e C, além de fatores genéticos.

Novos tratamentos com bons resultados têm sido propostos recentemente, sendo a cirurgia o tratamento mais indicado. Prevenção e diagnóstico precoce são essenciais, pois se descoberto no início as chances de cura são maiores.

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